/rabbity/instalação, não palestra

sua empresa já usa ia. o trabalho real ainda emperra.

a rabbity instala o que falta: memória, método, limites e verificação em arquivos que a ia lê antes de agir e o time mantém.

ai-first significa redesenhar o trabalho para a ia executar dentro de regras escritas e uma pessoa conferir o resultado.

/para quemtimes de produto e de marketing, líderes e a operação inteira
/formatosworkshop de 1,5 dia, mentoria 1:1 e residência dentro da operação
/o que ficaos arquivos que a ia lê, segue e mantém, guardados no repositório da empresa

/01 · os quatro produtos

quatro produtos, para quatro públicos. todos deixam a ia integrada ao trabalho, com memória, rotina e regras escritas.

workshop para times de produto ou de marketing, mentoria para líderes, residência dentro da operação inteira. o que muda é o público, o formato e o que fica na mão no fim.

Maquete de papel do ciclo de produto: quatro plataformas ligadas por um trilho violeta.
/01 · workshop

produto ai-first

/para quem
times de product management e design
/formato
1,5 dia in company + 2 semanas no fluxo real
/o que fica na mão
a base do produto que a ia consulta, a primeira especificação que ela executa e o mapa do ciclo do time preenchido
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Maquete de papel do ciclo de marketing: cinco plataformas ligadas por um trilho violeta.
/02 · workshop

marketing ai-first

/para quem
times de marketing, growth, marca, crm e bi
/formato
1,5 dia in company + 2 semanas no fluxo real
/o que fica na mão
a memória da operação de marketing escrita e em uso, com dono, validade e fonte
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Maquete compacta de papel em que três entradas convergem para uma decisão, com caminhos alternativos, aprovação e revisão recorrente.
/03 · mentoria

liderança ai-first

/para quem
diretores, vps, c-level e fundadores
/formato
diagnóstico · setup 1:1 · acompanhamento contínuo
/o que fica na mão
o seu próprio sistema de trabalho com ia: o que você sabia de cabeça, escrito e reutilizável
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Maquete compacta de papel com uma estação violeta instalada no centro de um fluxo contínuo de arquivos, bandejas e aprovação.
/04 · residência

operação ai-first

/para quem
a operação inteira, com mais de um time envolvido
/formato
residência dentro da operação + loop mensal
/o que fica na mão
a base da operação instalada e versionada no seu repositório, e o time operando sem quem instalou
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/quem não sabe qual das quatro é a sua começa pelo diagnóstico de degrau, abaixo

/02 · o método

o método começa no seu jeito de trabalhar, não na ferramenta.

toda linha começa mapeando como o trabalho acontece hoje, etapa por etapa. desse mapa saem os arquivos que a ia lê antes de agir. é isso que permite conferir o que ela entrega, em vez de confiar, e é isso que sustenta os degraus seguintes.

Maquete de papel com cinco degraus ligados por uma trilha violeta e um mural modular no destino.
  1. /01 · mapearo mural.

    o time desenha num painel só como o trabalho acontece hoje, etapa por etapa, com quem opera.

  2. /02 · escrevera especificação.

    cada etapa deixa escrito o que a ia lê, o que executa, onde para para uma pessoa aprovar e o que entrega à próxima.

  3. /03 · instalaro harness.

    memória, habilidades, protocolos e conexões vão para o repositório da empresa, escritos pelo próprio time. o que só existia na cabeça de quem está há mais tempo, o conhecimento tribal, para de sair pela porta com a pessoa.

  4. /04 · conferiro resultado.

    o que a ia entrega é conferido contra o critério escrito, por uma pessoa ou por outro agente, em vez de confiado.

  5. /05 · avançaro horizonte.

    com isso, a ia passa a rodar numa cadência e vários agentes trabalham sobre as mesmas regras.

/03 · o diagnóstico de degrau · um minuto

quatro perguntas mostram em que degrau a sua operação está.

não é formulário e não coleta nada. são as perguntas que a rabbity faz na primeira conversa.

/pergunta 01

o que sobrevive quando a conversa fecha?

se nada sobrevive: você está no degrau do prompt. a habilidade está na pergunta e some quando a conversa fecha.
/pergunta 02

o que a ia lê antes de responder, e quem escolheu?

se é o que alguém cola na hora, ou o drive inteiro: você está no degrau do contexto.
/pergunta 03

o que está escrito que ela obedece, e quem confere depois?

se nenhuma regra escrita trava a ia antes, e ninguém confere depois: o harness ainda não existe.
/pergunta 04

o resultado esperado está escrito antes de começar?

se o que conta como pronto só aparece na entrega: não há especificação para a ia seguir nem para você conferir, e nenhum ponto de aprovação funciona. é a especificação orientada ao resultado que destrava os degraus de cima.

/04 · o combinado

seis compromissos que valem antes de qualquer conversa.

os mesmos nas quatro linhas.

todo número deste site tem fonte e ano, e o tamanho da amostra quando a fonte o declara, inclusive os que contrariam o nosso argumento. os casos que sustentam o método são de times reais, que não podem ser nomeados por contrato.

Seis estações de papel conectadas representam os compromissos de método, arquivos, propriedade, capacidade, verificação e conclusão.
método, não licença.

a rabbity não revende ferramenta nem representa fabricante. o que se instala sobrevive à troca de ferramenta, que vai acontecer.

o que fica é arquivo, não prompt.

prompt é o primeiro degrau, e os seguintes já o incluem. o que a rabbity entrega são os arquivos que a ia lê antes de responder.

o time constrói e fica dono.

a ia estrutura, o time preenche e assume. nada é entregue pronto para ninguém manter.

capacidade, não corte.

o ganho é de capacidade de atender demanda, não de folha. quem procura redução de time procura outra coisa.

conexão com dados só depois de uma verificação.

a ia só se conecta aos dados da empresa que passarem por uma verificação de prontidão, permissão e segurança. o resto fica registrado como pendência, com dono.

cada produto tem um fim combinado por escrito.

o critério de conclusão é combinado antes de começar, e se mede pelo que ficou instalado e funcionando, não pela sensação de que o time aprendeu.

/05 · quem faz

quem desenvolve o método é quem conduz o trabalho.

Sergio Coelho, fundador da Rabbity, com as mãos apoiadas sobre a mesa em um ambiente de trabalho criativo.

sergio coelho, fundador da rabbity. o método não vem da engenharia de software: vem de mais de vinte e cinco anos liderando times de produto, design e marketing, e as disciplinas que orbitam esses times: pesquisa, dados, conteúdo e operação. formação de origem em design. usa ia no próprio trabalho todos os dias, e este site foi produzido com o mesmo método que ensina.

/condução · sergio coelho/rabbity · ai-first

vamos
conversar

a conversa começa pelo seu contexto: qual time, em que momento, o que vocês já usam de ia, quem aprova o que sai, e o que está travando hoje.

falar pelo whatsapp

/resposta no mesmo dia útil · se ainda não estiver claro qual das quatro linhas é a sua, o diagnóstico de degrau resolve em um minuto.