/residência de fde fracionado na sua operação·/formato desenhado no diagnóstico
operação ai-first
um especialista sênior em operação ai-first, embedded no modelo forward deployed, pela fração de tempo que o diagnóstico definir. constrói e versiona o harness que faz a ia funcionar no trabalho real (agentes, skills, protocols, evals, automações), na sua infraestrutura. o que exigir código custom é especificado com o seu time de engenharia, que constrói. instala harness e autonomia, não software e dependência.
/squads por residência · a menor unidade de entrega de ponta a ponta
0
/lock-in · critérios de saída explícitos no contrato
01/o gargalo
o modelo não é o gargalo. a operação real é.
os modelos melhoram todo mês, sozinhos. o que separa piloto de resultado é o resto: fazer a ia funcionar dentro da infraestrutura real, com sistemas legados, regras de segurança, dados bagunçados e o jeito particular como o seu time trabalha. é nesse last mile que a maioria dos projetos morre.
/o dado · brasil
60%
das empresas brasileiras que usam ia contrataram um fornecedor externo pra desenvolver ou adaptar a solução, e 80% compraram software pronto. comprar o modelo é fácil; fazer funcionar na operação é o que exige gente de fora.
é a distância entre a demo e a operação: contexto que não está escrito em lugar nenhum, processo que só existe na cabeça de alguém, integração que ninguém quer encostar, e nenhum dono claro do resultado. resolver isso não é comprar ferramenta: é trabalho de engenharia dentro de casa, com quem opera.
02/a função
o mercado já criou a função pra esse gargalo: o fde.
forward deployed engineer: o engenheiro sênior que trabalha dentro do cliente, alternando entre escrever código de produção e definir escopo com quem opera. a palantir criou o papel; em 2026 ele virou padrão dos maiores players de ia.
/2019 · palantir
a origem do papel
a palantir divide a engenharia em "devs" (uma capacidade, muitos clientes) e "deltas", os fdes: um cliente, muitas capacidades, dentro do ambiente do cliente.
a rabbity toma emprestado o modelo, não o cargo. residência forward deployed, fracionada: alguém sênior embedded na sua operação, pela fração de tempo que o diagnóstico definir, sem o custo de contratar um perfil raro e disputado e sem assinar o pacote (e o roadmap) de um vendor. o perfil que entra é deliberadamente outro: método, não código. quem detalha isso é a seção /quem conduz.
03/a diferença
o modelo do fde. a lealdade, à sua autonomia.
todo mundo agora vende "ia na sua operação". a diferença aparece quando você pergunta a quem o trabalho responde no fim: ao roadmap do vendor, ao relatório, ao contrato de horas, ou à autonomia do seu time.
/dimensão
fde de vendor
consultoria tradicional
bodyshop
residência rabbity
/o que entrega
sistema do vendor rodando no cliente
recomendação (slides)
horas de engenheiro
harness instalado + time operando
/lealdade
ao roadmap do vendor
ao relatório
ao contrato de horas
à autonomia do seu time
/código e setup
sim, no stack do vendor
raramente
sim, sem transferência
sim: memory, skills, protocols, gates, evals no seu repositório · código custom especificado com o seu time
/critério de fim
renovação (stickiness)
entrega do relatório
renovação
critérios de saída explícitos: o time dirige sozinho
/lock-in
alto, por design
n/a
n/a
nenhum · neutro de ferramenta
04/o que se instala
instala harness, não software.
a residência constrói e versiona o harness da sua operação: agentes, skills, protocols, evals e automações de workflow, montados com as ferramentas que o seu time já usa e conectados via mcp, no seu repositório, na sua infraestrutura. o que exigir código custom é especificado com o seu time de engenharia (spec executável, protocols, gates) e construído por ele: o código do produto core continua com quem sempre foi dono dele. esse recorte é a promessa: nada de virar bodyshop, nada de dependência.
harness da operação
instalado por squad
memoryo estado e o contexto da operação, consultáveis
contexto do negóciodecisõesaprendizados
tribal → consultável
modelopesos · commodity
skillsprocedimento, heurística e restrição codificados
procedimentoheurísticarestrição normativa
tácito → codificado
protocolsos contratos de interação da operação
agente ↔ usuárioferramentas (mcp)aprovações
improviso → contrato
1 loop · controle2 sandbox3 gates de aprovação4 observabilidade5 permissões6 orçamento de contexto
seis dimensões de runtime governam a operação: é o rigor que separa harness de "chatbot instalado". riscos reais (memory poisoning, injeção via skills) são nomeados e mitigados por design, não descobertos em produção.
/a escada
copilot → autopilot, com gates
cada workflow entra na escada no degrau certo. subir de degrau é decisão de governança, com gate e critério, não acidente de entusiasmo.
/o padrão
executor + advisor
quem faz separado de quem julga, inclusive na arquitetura dos agentes instalados. é o que mantém qualidade quando a velocidade sobe.
/o critério
de andaime a infraestrutura
o harness instalado é organizacional: "o que nós sabemos", versionado e compartilhado. não é a ferramenta pessoal de um entusiasta.
o que se instalao harnessmemory · skills · protocols, com gates e evals, versionados no seu repositório.a fundação
→
o que ele destravaloopsworkflows que rodam, medem e melhoram em cadência, operados pelo seu time.a operação que aprende
→
o que vem depoisescalanovos squads e novos workflows sobre a mesma fundação, sem recomeçar do zero.o horizonte
o entregável não é um conjunto de automações. é a fundação pra loops.escalar vira repetição sobre a mesma base, não reinício
o vocabulário não é nosso, é do mercado. jack dorsey chama o goose, o agente interno da block, de "harness" na entrevista oficial da sequoia. e a sequência da block é instrutiva: 60% da força de trabalho usava o harness semanalmente em julho de 2025, antes da reorganização de 2026. instala-se a infraestrutura antes de mexer na estrutura. a tese "organização como inteligência" segue sendo visão declarada da block, não resultado comprovado; citamos como visão. fontes: block.xyz · sequoia capital
05/o diferencial
accountability por design.
as tentativas famosas de operar com menos hierarquia (haier, zappos, valve, spotify) não quebraram por falta de informação circulando. quebraram por falta de accountability: quem decide, quem responde, quem é dono do resultado. a ia resolve bem o roteamento de informação; não resolve, por natureza, a responsabilização. por isso o harness rabbity a instala por design.
/01
gates de aprovação
autonomia sobe degrau por degrau, e cada degrau passa por um gate com dono humano definido. quem aprova o quê fica escrito, não subentendido.
/02
protocols como contrato
a interação entre agentes, ferramentas e pessoas é contrato explícito e auditável. quando algo dá errado, dá pra reconstruir o que aconteceu e por quê.
/03
executor + advisor
quem faz separado de quem julga, na arquitetura dos agentes e no desenho da operação. crítica independente embutida, não opcional.
não vendemos "elimine seus gerentes". vendemos a infraestrutura de coordenação que deixa claro quem responde pelo quê em cada degrau da escada de autonomia.
06/como funciona
residência + loop. o formato sai do diagnóstico.
o esqueleto é fixo: um diagnóstico que desenha o formato, uma residência embedded com tempo definido, e um loop mensal que mantém tudo vivo. fração de tempo, duração e presença são calibrados caso a caso, no diagnóstico.
00
o ponto de partida
diagnóstico
diagnóstico da operação
quem vem de um workshop rabbity já chega com ele pronto: canvas de dores, mapa de squads, maturidade. quem entra direto começa por aqui. é o diagnóstico que desenha o formato da residência: fração, duração, presencial e remoto.
01
embedded · tempo definido
a residência
o harness instalado por squad
1 a 2 squads por vez, sessões de trabalho no ambiente real: trava e conserto no mesmo bloco, sem aula. você sai com o harness versionado no seu repositório, 2 a 3 workflows rodando na escada com gates, evals dos fluxos críticos e um playbook escrito com o time, não para o time.
02
mensal · aberto, com porta de saída
o loop
o harness vivo
cadência de sessões de trabalho + canal assíncrono com sla definido. a fronteira de modelos, ferramentas e processos se move todo mês; acompanhar isso sozinho é um trabalho em si. o loop existe pra digerir essa mudança com critério.
harness sem manutenção apodrece
/o loop entrega
manutenção viva
telemetria do harness revisada, evals rodando, o que quebrou consertado. o harness continua confiável conforme a operação muda.
/o loop entrega
a escada subindo
workflows promovidos de degrau com gate e critério, gente nova treinada, squads novos entrando (cada expansão pode ser uma mini-residência).
/o loop entrega
curadoria da fronteira
o que saiu de novo em tecnologia e processo, filtrado com critério: o que entra no seu caminho, o que espera, o que se ignora. e o caminho atualizado conforme necessário.
critérios de saída fazem parte do contrato, não de nota de rodapé. a residência termina na data. o loop tem porta de saída trimestral sem multa e um gatilho de graduação: quando o seu time tiver operador interno de harness formado, o loop encerra ou vira advisory leve. a métrica-norte do serviço: harnesses em loop ativo operados pelo seu time.
07/por onde se entra
dois trilhos, o mesmo destino.
/trilho 1 · pós-workshop
do workshop pra residência
quem faz um workshop rabbity (produto ou marketing) sai com 2 semanas de acompanhamento assíncrono incluídas. elas mostram em miniatura o que a residência aprofunda: o time tenta no ambiente real e o especialista destrava. foi assim que esta oferta nasceu, com o case-zero de produto pedindo exatamente esse formato de trabalho.
/trilho 2 · entrada direta
do diagnóstico pra residência
sem workshop antes? a residência começa por um diagnóstico dedicado: mapa de squads, dores, maturidade. o formato sai desenhado dele, e a conversa de escopo acontece com a operação mapeada, não no achismo.
08/pra quem é
sem hype, por método.
operação construída em cima de hype apodrece rápido e cobra caro. a rabbity trabalha com números com fonte primária, trade-offs declarados e autonomia que sobe por decisão de governança, não por empolgação. é isso que produz operações sólidas e perenes: a solidez não é o freio da velocidade, é o que permite sustentar velocidade.
/como trabalhamos
números com fonte
todo número citado tem fonte e contexto. quando uma história tem leitura dupla, as duas aparecem no material, não só a conveniente.
/como trabalhamos
trade-offs declarados
o que a ia não resolve entra no material: custo de supervisão, limites dos agentes, risco real. promessa sem trade-off é sinal de alerta, inclusive a nossa.
/como trabalhamos
governança antes de velocidade
nenhum workflow sobe de degrau sem gate, eval e dono. rápido de verdade é o que não precisa voltar atrás em produção.
"o que a sua empresa entende que é genuinamente difícil de entender, e esse entendimento está ficando mais profundo a cada dia?" jack dorsey e roelof botha · sequoia capital · 2026
usamos essa pergunta como teste de entrada. se a resposta for "nada", ia vira só história de corte de custo, e aí esta página não é pra você. a residência é pra quem quer entender a própria operação mais fundo, todo mês.
09/quem conduz
perfil de método, não de código.
o mercado montou o fde sobre um perfil de engenharia. a rabbity monta a residência sobre outro perfil, de propósito: método de produto e de marketing + implementação de ia em alta maturidade. porque o gargalo desta página não é escrever código, é fazer a operação funcionar; e o código que precisar existir já tem dono, o seu time de engenharia.
/sergio coelho
produto, marketing e operação ai-native
fundador da rabbity. mais de quinze anos em produto, marketing e estratégia digital, com passagens por times em escala e consultoria de transformação. opera ai-first no próprio trabalho todos os dias (memory · skills · protocols em loop) e conduz a residência com o mesmo método que instala: implementa ia madura dentro de times de produto e de marketing, especifica com a engenharia o que exigir código, e forma o time pra dirigir sozinho.
a regra que o próprio dorsey usa: as ferramentas constroem cerca de 80% do caminho; os últimos 20% são criatividade, gosto e julgamento. a residência é o profissional dos 20%, dentro da sua operação. jack dorsey · entrevista oficial sequoia capital · 2026
manda uma mensagem no whatsapp. resposta no mesmo dia útil. a conversa começa por contexto: a sua operação, onde a ia empaca hoje, o que já foi tentado. se fizer sentido, o próximo passo é o diagnóstico que desenha o formato da residência.